09 maio 2009

Aqui estão os desenvolvimentos

Eu disse que haveriam desenvolvimentos e aqui estão eles:

- Inchaço - MUITO
- Dores - Algumas ( não fosse a quantidade de medicamentos que estou a tomar e não sei não...)
- Abstracção durante a tortura - Nenhuma... Impossível!
- O após levantar da cadeira - Foi MUITO pior que o durante, sem sombra de dúvidas...

Ainda tenho aqui um pincel para mais uns quantos dias.

E já de pensar que daqui a umas semanas terei de passar pelo mesmo...

03 maio 2009

Mas a vida é assim...

Púnhamos a conversa em dia. Contávamos as novidades uma à outra sobre nós, sobre os outros quando a conversa foi dar ao nosso amigo L.

O L. era – e em grande parte continua a ser - o filho, neto, sobrinho que toda a gente quer ter. Pelo menos na teoria e no que escolarmente diz respeito. Sempre foi o melhor aluno da turma. E quando falamos em melhor aluno falamos em testes que nunca, que me lembre, terem sido com resultados inferiores a 90%. Era nato. Era natural. Não era uma inteligência para os testes. Não. Dessa havia lá alguma. Ele não era só um, ou, o bom aluno. Ele era o bom aluno que também era naturalmente inteligente. Uma pessoa impecável. Mas muito incompreendida. Era colocado muitas vezes de parte para tudo. Por não gostar de jogar à bola como os outros rapazes. Adorava jogar badmington - jogo que os rapazes por norma não achavam grande piada por dizerem que é para meninas. Era o que nós dois jogávamos quando os profs davam uma aula livre. Eu por não gostar de pinos, cambalhotas e afins, coisa que as restantes meninas adoravam fazer, ele porque fugia de uma bola maior que a de ténis. Era posto de parte por não falar como as pessoas da idade dele – nunca lhe ouvi uma palavra de calão a sair daquela boca - e talvez por isso, foi ele que teve as palavras certas num momento que mais precisei.
Apesar de o motivo não ter sido o melhor, foi o responsável pela amizade que ainda perdura até aos dias de hoje.
É uma pessoa excelente, mas é daquelas que não têm, propriamente, uma estrelinha da sorte. Ou se tem ela não costuma aparecer-lhe. Era incompreendido pelos amigos. Continua a sê-lo, ainda nos dias de hoje, pelos pais. Pela mãe. Que acha que tem o pior filho do mundo. O L. é daquelas pessoas que a nível escolar tinha tudo para ser um exemplar de sucesso garantido. Mas também ele é, ao mesmo tempo, o exemplo que se não se tiver umas boas bases familiares, sentimentais e psicológicas nada feito.
Será que custa muito darem o valor que cada um de nós merece?! Será que o amigo destino não podia, efectivamente, ser mais amigo em certas alturas e para certas pessoas?!

Ele é o exemplo de tudo isto.

Podia ter tudo. Não digo que não tem nada, mas tem pouco para o que merece…

Será mesmo que a vida não é assim, a modos que, injusta?!

Situem-me

Fui eu que me esqueci de rasgar uma página do meu calendário -a do mês de Maio- ou já estamos mesmo em Junho?

Só isso explica porque é que ontem e anteontem não me foi possível adormecer antes das 01:30h/02:00h da manhã por causa do barulho do bailarico que havia por aqui e agora - enquanto vos peço ajuda para me situarem no calendário - me cheira a farturas e algodão doce!

Sendo ou não Junho podemos todos descansar pois ainda não se perderam as tradições no que diz respeito a cheiros e a sabores .
Só ainda não me cheira a manjerico...
Assim, - e só porque ainda não me cheira a manjerico - talvez ainda não estejamos em Junho e o que se passou aqui foi só a festa de casamento da filha do presidente da junta de freguesia, ou não... :)

01 maio 2009

Não muda(mos)

Há coisas e pessoas que por mais tempo que passe não mudam. Há coincidências e semelhanças que também não. E a sina - a nossa - parece que também não...

Ela - Não viste? como pudeste não reparar?
Eu - O quê?
Ela - No quê? No quê não...Em quem...
Eu - Desculpa, mas não. Sabes que também estou aqui um bocado aflita com o sol...
Ela (ar sofrido na cara) - Deixa lá. Para além da figura ser digna de ser apreciada, não gostei do gesto de tirar a aliança do bolso e ter colocado no sitio onde já tinha a marca.
Eu - Ah, mas nisso eu reparei...ele passou aqui com a mão ao pé da nossa mesa e a marca notava-se muito bem...

Um dia ainda vamos conseguir perceber por que olhamos para onde não devíamos :p
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Ontem foi asim



... mais intimista. Muito mais acústico. Mas tanto ou mais sentido. Foi pouco mas foi muito bom. Superou a expectativas do Garvey e as nossas - todos aqueles que os foram ver - também.

Esta foi a última música tocada e cantada.



[ O novo CD já cá canta :) ]
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O que é isso? Votar?

Eu não disse que o discurso era sempre o mesmo e que me parece que realmente o único tema de conversa ali para os lados da Guidinha é a sua castidade?

De forma profissional , e já que não havia muito mais a acrescentar e o tempo urge na televisão, a fim de fazer a ponte entre um tema e o outro o apresentador “ Margarida, tens 26 anos . Já votas há algum tempo. A minha pergunta é, costumas ir votar? Se tens essa hábito?” ela franze o sobrolho - do género eu vim aqui para ver se sou apanhada na esquina por um maluco qualquer que me sacie, não devias estar a fazer essas perguntas estranhas - e responde um ” Não!” Com um sorriso do estilo era suposto votar?! “ Por quê? Porque não me interesso muito pelo tema política”

É ou não é uma quiduxa?

OHHHHHHHHH NÃO!!!

A Margarida Menezes está outra vez na TV com aquela atitude e discurso R I D Í C U L O !!!

Ah, a Guidinha – nome carinhoso para uma virgem – é a personagem do post abaixo publicado.

Quiduxa… Já toda a gente sabe que és dizes ser pura. Há necessidade de estar sempre a falar no mesmo?! É que ainda por cima não muda uma virgula às respostas que dá.